A integração Microvix com VTEX conecta o ERP de varejo da Linx à plataforma de comércio digital de forma automática: catálogo, estoque de todas as lojas, preços, pedidos, faturamento e documentos fiscais passam a circular entre os dois sistemas, sem digitação e sem planilha de apoio.
A diferença dessa combinação para as demais está em quem participa da conversa. Aqui não são dois sistemas, são três pontos: as lojas físicas com seus PDVs, o e-commerce e o ERP que governa tudo. O Microvix já centraliza a operação multiloja, e a VTEX opera a venda digital. A integração faz o estoque da rede inteira virar um saldo único, disponível para qualquer canal.
É isso que transforma uma rede de lojas em uma operação omnichannel de verdade: o cliente compra online e retira na loja, a loja mais próxima despacha o pedido do site, e o produto parado em uma unidade deixa de ser peça encalhada para virar venda em outra cidade.
Neste conteúdo, você vai ver como esse compartilhamento funciona na prática, o fluxo completo dentro do ERP, os cenários de omnichannel que a dupla habilita e como implantar sem mexer na sua estrutura.
O que é a integração Microvix com VTEX?
É a conexão automatizada entre o Linx Microvix, ERP de varejo voltado a lojas, redes próprias e franquias, e a VTEX, uma das principais plataformas de comércio digital do mercado.
Essa dupla atende um perfil bem definido: redes com várias unidades, franqueadoras, operações de moda, calçados, materiais de construção e varejo especializado que já rodam PDV, estoque e fiscal no Microvix e querem levar essa mesma estrutura para o digital. Para esse perfil, integração não é conveniência, é a condição para vender online sem criar um estoque paralelo. O mesmo princípio vale para as demais conexões do ERP que a Plugar.me mantém para o Microvix.
Na prática, a integração transforma a VTEX em mais um ponto de venda da rede, e não em uma loja separada com controles próprios.
Sua rede já tem estoque, PDV e fiscal rodando redondo no Microvix, mas o e-commerce continua sendo um mundo à parte, com planilha e conferência manual? Esse é o elo que trava o crescimento digital. Converse com a equipe da Plugar.me e veja o que dá para automatizar antes de escalar o canal.
Como lojas físicas, e-commerce e ERP compartilham estoque?

O ERP é o único que enxerga tudo, e é justamente por isso que ele precisa estar no centro.
Cada loja da rede movimenta estoque o dia inteiro no PDV. O e-commerce vende ao mesmo tempo, para todo o país. Se esses dois mundos não conversarem pelo Microvix, acontece o clássico: o site vende uma peça que acabou de sair na loja da esquina, e alguém precisa ligar para o cliente cancelando.
Com a integração, o fluxo funciona assim:
- Consolidação do saldo: o Microvix reúne o estoque de todas as unidades e do centro de distribuição, e a integração publica esse saldo na VTEX conforme a regra definida pela rede.
- Atualização a cada movimento: venda no PDV, venda no site, transferência entre lojas ou entrada de mercadoria, tudo recalcula o disponível para o canal digital.
- Regras por unidade: dá para reservar um percentual para a loja física, excluir unidades específicas da venda online ou trabalhar com pulmão de segurança, evitando que o digital consuma o que a operação física precisa expor na vitrine.
- Visão por origem do pedido: quando a venda acontece, o ERP sabe de qual unidade o estoque será baixado, o que mantém o inventário correto em cada loja.
O ganho estratégico é maior do que parece. Uma rede com dez lojas normalmente tem produto parado em uma unidade e falta em outra. Ao expor o saldo consolidado no e-commerce, aquela peça esquecida em uma cidade passa a ser vendável para o país inteiro, exatamente como acontece nas conexões do Microvix com marketplaces de grande alcance.
Quantas vendas a sua rede perdeu porque o produto existia, mas estava na loja errada? E quantos cancelamentos você precisou explicar ao cliente por saldo desatualizado? Descreva a sua operação para o time da Plugar.me e receba o desenho de estoque compartilhado adequado ao tamanho da sua rede.
E o que mais essa conexão habilita além do estoque compartilhado? O próximo tópico mostra os cenários de omnichannel.
Quais cenários de omnichannel a integração habilita?
Estoque unificado é a base. Em cima dela, a rede passa a operar modelos que antes exigiriam uma estrutura logística própria.
| Cenário | Como funciona | O que a integração precisa garantir |
|---|---|---|
| Retira na loja | O cliente compra no site e busca na unidade que escolher | Saldo por loja atualizado e pedido visível para a equipe daquela unidade |
| Loja como centro de distribuição | A unidade mais próxima do cliente separa e despacha o pedido do site | Roteamento do pedido por unidade e baixa correta no estoque de origem |
| Estoque infinito no PDV | O vendedor da loja física vende um item que está em outra unidade | Consulta ao saldo consolidado direto do ERP, com pedido gerado na hora |
| Troca e devolução em qualquer canal | Comprou online e devolve na loja, ou o contrário | Fluxo reverso escriturado no Microvix, com estoque e fiscal ajustados |
| Franquias na mesma vitrine | Unidades franqueadas participam da venda digital | Separação de saldo, pedido e repasse por CNPJ de cada franqueado |
Repare que todos esses cenários dependem da mesma coisa: dado de estoque confiável e pedido roteado para a unidade certa. Sem integração, cada um deles vira controle manual em planilha, e o modelo desmonta na primeira semana de volume.
O cenário de franquias merece atenção especial. Como cada unidade tem CNPJ próprio, a operação exige que pedido, faturamento e repasse respeitem essa separação, algo que só se sustenta com o ERP governando a regra.
E vale lembrar que o alcance da rede não precisa parar na vitrine própria: a mesma base de estoque pode alimentar outros canais de venda conectados ao ERP, ampliando a exposição dos produtos sem duplicar controle.
Está desenhando retira na loja, loja como centro de distribuição ou trazendo franqueados para a vitrine digital? Cada modelo muda o desenho da integração, e errar essa fundação custa caro depois. Traga o seu projeto para a Plugar.me antes de definir a arquitetura e receba uma visão técnica de quem já implantou esses cenários.
Como funciona o fluxo de pedidos dentro do Microvix?
Cada venda no site vira o documento correspondente no ERP, na sequência que a sua equipe já conhece:
- Catálogo para a vitrine. Os produtos saem do cadastro do Microvix, com descrição, grade de tamanho e cor, EAN e dados fiscais, e alimentam o catálogo da VTEX. Alterou no ERP, a loja acompanha.
- Preço governado pelo ERP. As tabelas do Microvix alimentam a política de preço da VTEX, inclusive quando a rede trabalha com valores diferentes por região ou por canal.
- Pedido aprovado vira venda no ERP. O pedido entra automaticamente no Microvix, vinculado à unidade que vai atendê-lo, pronto para separação.
- Faturamento e NF-e. A nota é emitida pelo próprio ERP, com o tratamento fiscal já configurado, e os dados retornam à plataforma para liberar a expedição e informar o cliente.
- Status e rastreio. As atualizações de envio voltam para a VTEX, mantendo o acompanhamento do cliente em dia.
- Trocas e devoluções. O fluxo reverso é escriturado no Microvix, com o estoque devolvido ao saldo da unidade correta.
Para o varejo de moda e calçados, um detalhe faz toda a diferença: a grade de produto. Uma camiseta não é um item, são dezenas de combinações de tamanho e cor, cada uma com saldo próprio em cada loja.
A integração precisa tratar essa estrutura corretamente, ou o site vende um número que não existe naquela unidade. É o tipo de cuidado que aplicamos em toda conexão do ERP com plataformas de venda, respeitando a lógica de cada segmento.
Sua operação trabalha com grade de tamanho e cor, e você já viu o site vender um número esgotado? Esse erro custa cancelamento, reputação e retrabalho da equipe. Pergunte à Plugar.me como tratamos grade e saldo por unidade antes de colocar mais volume no seu canal digital.
Quais os benefícios para redes de varejo e franquias?

O ganho central é fazer a rede inteira vender junto, com o Microvix como fonte única da verdade. Na prática:
- Estoque da rede disponível para o digital: produto parado em uma loja vira venda para o país inteiro, aumentando o giro sem comprar mais mercadoria.
- Menos cancelamento por ruptura: o saldo publicado é o saldo real, com reserva configurável por unidade.
- Fiscal sem gargalo: cada pedido vira NF-e no fluxo normal do ERP, respeitando a estrutura de cada CNPJ da rede.
- Preço sob controle da rede: as tabelas do Microvix mandam na vitrine, sem planilha paralela e sem divergência entre canais.
- Escala sem inchar a equipe: crescer o e-commerce significa vender mais, não contratar mais gente para digitar pedido e conferir estoque.
Esse é o princípio ERP First que orienta toda integração ERP com marketplaces e plataformas de e-commerce da Plugar.me: os canais orbitam o ERP, nunca o contrário.
Quer validar esses ganhos contra a realidade da sua rede, com as suas unidades, as suas tabelas de preço e a sua estrutura de franquias? Vamos mostrar como podemos ajudar você agora mesmo!
Como a Plugar.me realiza a integração Microvix VTEX?
Com um modelo em nuvem, conectado às interfaces oficiais dos dois lados, respeitando a estrutura multiloja do Microvix de um lado e as APIs da VTEX do outro, sem exigir infraestrutura adicional no ambiente do cliente.
O projeto segue três frentes:
- Mapeamento da operação: entendemos como a sua rede está estruturada, com unidades, centro de distribuição, regras de estoque por loja, tabelas de preço, grade de produtos e fluxo fiscal, antes de conectar qualquer coisa.
- Configuração e homologação: a ponte é montada e validada de ponta a ponta com pedidos reais, do catálogo à NF-e, incluindo os cenários de omnichannel escolhidos, antes do go-live.
- Operação assistida e suporte contínuo: depois da virada, o hub monitora o fluxo e absorve as mudanças de API da plataforma, para que uma atualização não pare a expedição das suas lojas.
Não é promessa de slide: empresas que integraram o Microvix com a Plugar.me contam essa experiência na nossa página de clientes e parceiros, incluindo redes que operam varejo físico e digital com o mesmo estoque.
Cada mês com o e-commerce operando fora do ERP é venda perdida por ruptura, cancelamento evitável e hora extra da equipe conferindo planilha. Fale com o time da Plugar.me, apresente o cenário da sua rede e descubra em quanto tempo a sua operação pode estar rodando integrada.
Conclusão
A integração Microvix VTEX resolve o problema central de quem tem loja física e quer vender online: o estoque deixa de ser uma coleção de saldos isolados e vira um recurso único da rede, disponível para qualquer canal, com o ERP governando cada movimento.
É essa base que sustenta o omnichannel de verdade, com retira na loja, unidade despachando pedido do site, estoque infinito no PDV e troca em qualquer canal. E é ela também que garante o básico funcionando: catálogo com grade correta, preço alinhado e cada NF-e emitida no fluxo do ERP e transmitida ao ambiente oficial da NF-e sem intervenção humana.
Para uma rede de varejo ou uma franqueadora, essa integração não é um projeto de tecnologia isolado. É o que permite que loja física e e-commerce parem de competir pelo mesmo produto e passem a vender juntos.
Não deixe o seu canal digital crescer disputando estoque com as suas próprias lojas: cada semana de operação manual é venda perdida e cliente frustrado.
Fale agora com a Plugar.me, apresente o cenário do seu Microvix e receba uma análise técnica de quem homologa essas integrações todos os dias. O primeiro passo não custa nada e pode ser o que separa a sua rede de operar omnichannel de verdade.
É a conexão automatizada entre o ERP Linx Microvix e a plataforma de comércio digital VTEX. Catálogo, estoque das lojas, preços, pedidos, faturamento e notas fiscais fluem entre os dois sistemas sem digitação manual, com o ERP como fonte única da verdade.
O Microvix consolida o saldo de todas as unidades e do centro de distribuição, e a integração publica esse total na VTEX conforme as regras da rede. Cada venda no PDV ou no site recalcula o disponível, com possibilidade de reserva ou pulmão por loja.
Sim. Esses cenários dependem de saldo confiável por unidade e de roteamento correto do pedido, que é justamente o que a integração garante ao manter o ERP no centro da operação.
Sim. Como cada franqueado costuma ter CNPJ próprio, o desenho precisa separar saldo, pedido, faturamento e repasse por unidade. Com o Microvix governando essas regras, franqueados podem participar da vitrine digital sem misturar operações.
Cada combinação de grade é tratada como um item com saldo próprio por unidade. Isso evita o erro clássico do varejo de moda e calçados, que é o site vender um número já esgotado naquela loja.
Sim. A NF-e de cada pedido é emitida pelo próprio Microvix, dentro do fluxo fiscal que a rede já usa e respeitando a estrutura de cada CNPJ, e os dados retornam à VTEX para liberar a expedição.
Sim. Como o modelo é ERP First, a mesma fundação se estende para Mercado Livre, Shopee, Magalu e outros canais, mantendo o Microvix no centro e o mesmo padrão de estoque, pedidos e documentos fiscais.

Luan Carvalho é fundador da Plugar.me, empresa especializada em integração de ERP com marketplaces e plataformas de e-commerce. Atua no desenvolvimento de soluções para automação de pedidos, estoque, preços, faturamento e documentos fiscais, ajudando empresas a escalarem suas operações com estabilidade, segurança e alto desempenho. Ao longo de sua trajetória, participa da implementação de integrações entre ERPs como SAP Business One, Protheus, WinThor, Consinco e Sankhya, conectando-os aos principais marketplaces e plataformas do mercado.
