Integração da Tray com o seu ERP

Integração da Tray com o seu ERP

Integração por canal

Integração da Tray com o seu ERP

A Tray é uma das plataformas de e-commerce mais usadas no varejo brasileiro, e integrá-la ao ERP resolve o problema que toda loja própria enfrenta ao crescer: catálogo, preço e estoque mantidos em dois lugares ao mesmo tempo. No modelo ERP-first, o seu sistema continua sendo a fonte da verdade — produtos, saldo, preços, pedidos e notas fiscais nascem e são controlados nele, e a Tray executa a venda com dados atualizados. Abaixo estão os 9 ERPs com integração documentada para a Tray.

Como funciona a integração ERP-first · Todos os ERPs integrados · Integração com a VTEX · Integração com a Shopify

O que muda, na prática, ao integrar com a Tray

  • Estoque sai por centro de distribuição, não por saldo único. A Tray trabalha com múltiplos CDs e o seu ERP com depósitos ou filiais. O mapa entre os dois precisa existir antes da primeira carga — é ele que define o que a loja pode vender e de onde a entrega sai. A rota é dedicada: PUT /multicd/distribution-centers/{id}/stock.
  • Preço é campo do produto; estoque por CD é endpoint próprio. Não existe rota exclusiva para o preço base — ele viaja junto do produto ou da variação. Já o estoque por centro de distribuição tem rota separada. Essa assimetria muda o desenho da fila de sincronização e costuma ser descoberta tarde.
  • O ritmo tem teto: 180 requisições por minuto e 10 mil por dia. São 50 mil diárias em contas corporativas. Uma carga completa de catálogo sem envio incremental consome a cota antes de terminar, então sincronizar apenas o que mudou deixa de ser refinamento e vira requisito.
  • A autenticação é OAuth 2.0, com o token na query string. O lojista autoriza o aplicativo em /auth.php, o integrador recebe Consumer Key e Consumer Secret, e o access_token viaja como parâmetro nas chamadas.
  • Não há ambiente de teste dedicado. A homologação acontece em uma loja compartilhada, o que exige cuidado com dados reais desde o começo do projeto.
  • Listas de preço B2B são um recurso à parte. Se a operação vende no atacado pela mesma loja, as listas B2B têm endpoints próprios e precisam entrar no escopo — não são cobertas pelo preço padrão do produto.

TOTVS WinThor + Tray

Estoque por filial e faturamento seguindo a rotina do WinThor.

Distribuição e atacado
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SAP Business One + Tray

Cadeia de documentos do SAP B1 preservada: pedido, entrega e nota.

TOTVS Protheus + Tray

TES correta na entrada do pedido, estoque e faturamento no ERP.

Linx Microvix + Tray

Grade de produtos e estoque por loja refletidos na Tray.

Redes e franquias
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Consinco + Tray

Operação de supermercado com estoque e fiscal controlados no Consinco.

Varejo alimentar
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Sankhya + Tray

TOP correta, estoque e NF-e emitida dentro do Sankhya.

Gestão e estratégia
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SAP S/4HANA + Tray

Catálogo, estoque e faturamento no núcleo do S/4HANA.

E-Millennium + Tray

Pedidos, estoque e logística conectados ao E-Millennium.

Operação robusta
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Usa outro ERP e vende na Tray?

A lista acima cobre os sistemas com integração já documentada, mas a arquitetura da Plugar.me é agnóstica de ERP: onde existe API, view ou base acessível, existe caminho. O próximo passo é mapear os fluxos que a sua operação precisa — produtos, estoque, preços, pedidos, NF-e e financeiro — e definir de qual depósito sai o saldo publicado em cada centro de distribuição da Tray.

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