Integração da VTEX com o seu ERP

Integração da VTEX com o seu ERP

Integração por canal

Integração da VTEX com o seu ERP

A VTEX é a plataforma de e-commerce mais usada por operações de médio e grande porte no Brasil, e é também a que mais exige clareza na divisão de responsabilidades: catálogo, preço e estoque não vivem no mesmo lugar. No modelo ERP-first, o seu sistema continua sendo a fonte da verdade — produtos, saldo, preços, pedidos e notas fiscais nascem e são controlados nele — e cada informação é publicada na API correta da VTEX. Abaixo estão os 9 ERPs com integração documentada.

Como funciona a integração ERP-first · Todos os ERPs integrados · Integração com a Tray · Integração com a Shopify

O que muda, na prática, ao integrar com a VTEX

  • Catálogo, preço e estoque vivem em três APIs diferentes. É a característica que mais separa a VTEX das outras plataformas e a que mais muda o desenho do projeto. Produto e SKU nascem na Catalog API; o preço é responsabilidade da Pricing API; o estoque pertence à Logistics API. Tratar tudo como “atualizar o produto” não funciona aqui.
  • Não existe saldo global: estoque é sempre por SKU e por armazém. A rota é PUT /api/logistics/pvt/inventory/skus/{skuId}/warehouses/{warehouseId}. O mapa entre depósito ou filial do seu ERP e o warehouse da VTEX é parte do projeto, não detalhe de implantação — é ele que permite atender regiões diferentes com políticas de saldo diferentes sem duplicar catálogo.
  • O preço tem endpoint próprio, com preço base e tabelas. A Pricing API trata o preço fixo por SKU em PUT /pricing/prices/{itemId} e também as tabelas de preço. Uma operação com mais de uma política comercial precisa decidir o que o ERP controla e o que fica na plataforma.
  • Os pedidos seguem o modelo OMS, com estados próprios. A Orders API não devolve apenas o pedido: ela reflete uma esteira com etapas. O documento fiscal precisa ser emitido no ERP e comunicado no estado certo, senão o pedido trava na esteira mesmo com a NF-e já autorizada.
  • A autenticação é por chave e token de aplicação. Os cabeçalhos são X-VTEX-API-AppKey e X-VTEX-API-AppToken. Várias APIs também aceitam token de usuário, mas para integração servidor a servidor o par de aplicação é o caminho estável.
  • Os limites são documentados e diferentes por API. A Pricing API, por exemplo, publica teto de 2.000 requisições por minuto em POST e PUT, com créditos de burst e cabeçalhos Ratelimit-* e Retry-After. Carga inicial e sincronização contínua precisam de estratégias distintas.

TOTVS WinThor + VTEX

Estoque por filial do WinThor mapeado nos warehouses da VTEX.

Distribuição e atacado
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SAP Business One + VTEX

Cadeia de documentos preservada e NF-e emitida dentro do SAP B1.

TOTVS Protheus + VTEX

TES correta na entrada do pedido e faturamento no Protheus.

Linx Microvix + VTEX

Lojas físicas e e-commerce publicando o mesmo estoque.

Redes e franquias
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Consinco + VTEX

Operação de supermercado com fiscal e estoque no Consinco.

Varejo alimentar
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Sankhya + VTEX

TOP correta, estoque por depósito e NF-e no Sankhya.

Gestão e estratégia
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SAP S/4HANA + VTEX

Arquitetura, sincronização e governança no núcleo do S/4HANA.

E-Millennium + VTEX

Pedidos, estoque e logística conectados ao E-Millennium.

Operação robusta
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Usa outro ERP e vende na VTEX?

A lista acima cobre os sistemas com integração já documentada, mas a arquitetura da Plugar.me é agnóstica de ERP: onde existe API, view ou base acessível, existe caminho. O ponto de partida em qualquer projeto VTEX é o mesmo — definir de qual depósito sai o saldo de cada warehouse, quem controla o preço e em que estado do OMS a nota fiscal é comunicada.

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