Integrar o iFood com o ERP é conectar o sistema de gestão da sua loja à API oficial do iFood, por meio de um aplicativo homologado, para que produto, preço, estoque e pedido circulem sem digitação.
O cadastro e o saldo saem do ERP, o pedido feito no app entra nele pronto para separar e faturar, e a nota fiscal é emitida ali mesmo. O sistema de gestão continua como fonte da verdade, e o iFood funciona como canal de venda.
O que muda no iFood é que não existe um canal só. O iFood para restaurantes trabalha com cardápio e complementos; o iFood Mercado identifica cada produto pelo código de barras e passa o pedido por uma etapa de separação; e o iFood Shop conecta fornecedores e atacados a restaurantes.
O ritmo também é de delivery: cada pedido precisa ser confirmado em até 8 minutos, segundo a documentação do iFood para desenvolvedores, conferida em outubro de 2026.
A seguir, você vê o que é a integração, o que muda em cada canal, as formas de integrar, o que o ERP precisa ter, como o pedido anda até a nota fiscal e os guias de integração do iFood por ERP.
O que é a integração do iFood com o ERP?
A integração do iFood com o ERP é a conexão automática que transforma o iFood em mais um canal de venda do sistema de gestão. Um ERP integrado ao iFood publica produtos, preços e saldos no app e recebe os pedidos sem que ninguém precise copiar dados do Gestor de Pedidos para o sistema.
Cada parte tem um papel. O iFood atrai o cliente, registra o pedido e, quando a entrega é dele, leva o produto até o endereço de entrega. O ERP decide o que pode ser vendido, aplica a regra fiscal e emite a nota. A loja autoriza o acesso da integração no Portal do Parceiro, e só perfis gerenciais, como administrador ou dono, podem dar essa aprovação.
| Dado | Dono | O que acontece |
|---|---|---|
| Cadastro do produto | ERP | Sai do ERP e alimenta o catálogo ou o cardápio do iFood |
| Estoque | ERP | O saldo que pode ser vendido em cada loja é enviado ao iFood |
| Preço | ERP | A tabela do canal define o preço publicado no app |
| Pedido | iFood → ERP | Entra no ERP com a loja, os itens e a forma de pagamento |
| Status do pedido | Loja → iFood | Confirmação, preparo ou separação e despacho são informados ao iFood no prazo do canal |
| Nota fiscal | ERP | Emitida pela loja, com a regra fiscal da empresa |
| Entrega | iFood ou loja | Na entrega iFood, o acompanhamento é do iFood; na entrega própria, a loja informa o despacho |
A sua loja já vende no iFood, mas alguém ainda digita no ERP o pedido que chegou pelo app? Cada pedido redigitado é uma chance de erro de item, de preço ou de nota. A Plugar.me conecta o seu ERP ao iFood Mercado com o sistema de gestão no comando. Fale com a nossa equipe e entenda como isso ficaria na sua loja.
Qual a diferença entre iFood, iFood Mercado e iFood Shop?
A diferença está no que cada canal vende e, por isso, em como o produto e o pedido entram na integração.
A própria API do iFood separa dois tipos de integração: Food, para restaurantes, e Groceries, que o iFood chama de Multicategorias, para mercados, farmácias, pet shops e lojas da categoria Shopping. O iFood Shop usa o mesmo módulo de produtos do iFood Mercado, mas a venda acontece entre empresas.
| Canal | Quem vende | Como o produto entra | Como o pedido anda |
|---|---|---|---|
| iFood (restaurantes) | Restaurantes e lojas de produto pronto para consumo, como lanche, açaí e refeição | Cardápio com categorias, itens e complementos, ligado ao código do PDV | Confirmado, em preparo, pronto, saiu para entrega e concluído |
| iFood Mercado | Mercados, farmácias, pet shops e lojas da categoria Shopping | Produto identificado pelo código de barras, com preço e estoque no mesmo cadastro | Confirmado, em separação, separado, saiu para entrega, chegou ao destino e concluído |
| iFood Shop | Fornecedores, distribuidores e atacados que vendem para restaurantes | Mesmo cadastro por código de barras, com venda em fardo a partir do EAN da unidade | Pedido entre empresas, que traz a inscrição estadual do comprador |
Não confunda o iFood Shop com a categoria Shopping do Multicategorias. O iFood Shop é o que o iFood chama de delivery de atacados: um marketplace em que fornecedores e atacados vendem insumos a restaurantes e outros estabelecimentos alimentícios.
Já a categoria Shopping reúne lojas de beleza, eletrônicos, brinquedos e vestuário que vendem ao consumidor final.
Os guias da Plugar.me tratam do iFood Mercado, um canal que exige muito do ERP de varejo e de distribuição: catálogo grande, estoque por loja e nota de venda ao consumidor final. A página de integração do iFood Mercado com o seu ERP mostra os sistemas atendidos.
A sua equipe sabe em qual canal do iFood cada loja está cadastrada e o que isso muda no cadastro do produto? Integrar com a regra do canal errado gera item que não aparece no app e pedido que não fecha no ERP. Converse com a Plugar.me e comece pelo desenho certo.
Quais são as formas de integrar o iFood com o ERP?
Existem três formas principais de integrar o iFood com o ERP: desenvolver uma integração própria na API do iFood, usar um sistema que já tem integração homologada, como o PDV ou o próprio ERP, ou ligar o ERP ao iFood por um hub ERP-first, que conversa com o iFood e com os outros canais da empresa.
Sem nenhuma delas, a operação é manual: a equipe acompanha os pedidos no painel do iFood e digita cada um no sistema.
| Caminho | Como funciona | Quando faz sentido | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| Integração própria na API | A empresa desenvolve um aplicativo e passa pela homologação do iFood | Empresas com time de TI dedicado ao canal | Manutenção a cada mudança da API |
| Sistema homologado (PDV ou ERP) | O fornecedor já tem a integração, e a loja só autoriza o acesso | Quando o sistema cobre produtos e pedidos | Pode cobrir só parte do fluxo |
| Hub ERP-first | Uma camada em nuvem liga o ERP ao iFood e aos outros canais, seguindo as regras do ERP | Empresas com ERP robusto e mais de um canal de venda | Exige mapeamento do ERP no início |
| Operação manual | A equipe usa o painel do iFood e lança os pedidos no ERP | Volume baixo e catálogo pequeno | Digitação, ruptura e nota lançada à mão |
Para saber se o seu sistema já é integrado com o iFood, consulte o menu Integrações do Portal do Parceiro, onde as Super Integradoras aparecem com o selo “Recomendada pelo iFood”.
No iFood Mercado, há também uma lista pública de parceiros homologados, com três tipos de integração: Produtos, que integra o estoque da loja com a plataforma; Pedidos, que leva os pedidos ao PDV da loja para a emissão do documento fiscal; e Pedidos Hub, que integra os pedidos com outros PDVs.
Na lista conferida em outubro de 2026, há ERPs só com o tipo Produtos e outros com Produtos e Pedidos. Por isso, a pergunta não é apenas se o seu sistema aparece, mas o que ele cobre. Se a ideia é ligar o ERP a vários canais ao mesmo tempo, vale entender o que é um hub de integração e onde o ERP entra nele.
O seu sistema aparece como integrado ao iFood, mas a equipe ainda lança os pedidos à mão? Se a integração cobre só o estoque, cada pedido continua custando digitação e risco de erro na nota. Fale com a Plugar.me e descubra o que falta no seu fluxo.
O que o ERP precisa ter para integrar com o iFood?

O ERP precisa ter o cadastro e as regras em ordem, porque o iFood publica o que o ERP envia, com os acertos e com os erros.
Na prática, o sistema de gestão precisa responder a cinco perguntas: qual é o código de barras de cada produto, quanto pode ser vendido em cada loja, qual preço vale no canal, qual operação fiscal fatura o pedido e qual CNPJ responde por cada loja.
| Requisito | Por que importa no iFood |
|---|---|
| Código de barras correto e único | No iFood Mercado, o produto é identificado pelo código de barras: EAN-13, EAN-8 ou código interno de balança |
| Estoque por loja | Cada loja do iFood tem CNPJ próprio, e o saldo publicado precisa ser o da loja que vai separar o pedido |
| Preço do canal | O preço publicado sai de uma tabela do ERP, e a promoção De x Por pede desconto mínimo de 5% |
| Peso variável | Itens vendidos por peso chegam no pedido com o peso em gramas |
| Operação fiscal do canal | A venda ao consumidor final pede um tratamento fiscal diferente da venda para revenda |
| NF-e ou NFC-e | A nota do pedido, inclusive a NFC-e que substituiu o antigo cupom fiscal, é emitida pela loja no ERP |
O código de barras merece uma auditoria antes do projeto. EAN em branco ou repetido entre produtos diferentes impede a publicação correta do item, e o mesmo código vai para a nota: na NFC-e, o GTIN do produto é informado e validado no Cadastro Centralizado de GTIN. Produtos vendidos na balança podem usar o código interno de balança.
Quantos produtos do seu ERP estão hoje sem código de barras ou com o mesmo EAN de outro item? Esse costuma ser o detalhe que mais atrasa a entrada no iFood Mercado. A Plugar.me ajuda a mapear isso antes de ligar a integração.
O que a API do iFood permite e como funciona a homologação?
A API do iFood, chamada Merchant API, reúne módulos para cada parte da operação, e cada canal usa um conjunto diferente. No iFood Mercado, ela virou o único recurso oficial de integração depois da migração do portal antigo, com prazo final em 30 de junho de 2025.
Para quem desenvolve, a API é gratuita: o iFood exige CNPJ válido, CNAE ligado a tecnologia e aplicativo completo para homologação, e os custos operacionais, como frete, ficam à parte.
| Módulo | Para que serve | Canal |
|---|---|---|
| Authentication | Libera o acesso com token, no padrão OAuth 2.0 | Todos |
| Merchant | Status, horários e interrupções da loja | Todos |
| Order e Events | Pedido e cada mudança de status; o Order é obrigatório | Todos |
| Catalog | Cardápio com categorias, itens e complementos | Restaurantes |
| Item | Produto, preço, estoque e promoções simples | iFood Mercado e iFood Shop |
| Promotion | Promoções mais elaboradas, como leve X e pague Y | iFood Mercado |
| Picking | Edição do pedido durante a separação | iFood Mercado |
| Shipping | Entrega feita pelo iFood | Restaurantes e iFood Mercado |
| Financial | Dados financeiros, com homologação em chamado separado | Restaurantes e iFood Mercado |
Antes de operar, o aplicativo passa pela homologação, que confere se ele confirma os pedidos no prazo, trata os cancelamentos e responde a tempo. Em restaurantes, o chamado vai com vídeos dos cenários e tem retorno em até 5 dias úteis; os módulos de pedidos e de eventos são homologados automaticamente.
No Multicategorias, a validação é feita numa sessão de cerca de 45 minutos, com compartilhamento de tela. Segundo o iFood, a homologação oficial leva cerca de uma semana depois da submissão, e cada loja ainda precisa aprovar o acesso do aplicativo no Portal do Parceiro.
O iFood aceita três tipos de aplicativo: centralizado, em que uma credencial acessa várias lojas e que o próprio iFood indica para SaaS e ERPs; distribuído, em que cada loja tem o próprio token; e de uso próprio, para a empresa que integra só as próprias lojas. Os detalhes técnicos estão no portal de desenvolvedores do iFood.
A sua equipe de TI tem fôlego para homologar um aplicativo e acompanhar cada mudança da API do iFood? Sem um responsável claro, a integração trava no primeiro ajuste do canal. Converse com a Plugar.me sobre um caminho que parte das interfaces oficiais.
Como o pedido do iFood entra no ERP?

O pedido entra no ERP por eventos. A integração consulta o iFood a cada 30 segundos, no modelo chamado polling, ou recebe os eventos num endereço próprio, por webhook, opção dos aplicativos centralizados que o iFood recomenda acima de 1.000 pedidos por dia.
Cada evento precisa ser confirmado depois de gravado, senão ele volta repetido. No polling, há ainda um efeito direto na vitrine: a loja só fica online no app enquanto essa consulta acontece a cada 30 segundos.
Depois que o pedido chega, a loja tem 8 minutos para confirmá-lo. No pedido imediato, o prazo conta a partir da criação; no agendado, a partir do horário previsto para o início do preparo. Sem confirmação, o iFood cancela o pedido automaticamente e pode aplicar penalidades na conta.
No iFood Mercado, há uma etapa a mais: a separação. Depois da confirmação, a loja separa o pedido pelo App Separador do iFood ou pelo próprio sistema, troca itens em falta e ajusta pesos, e o valor só é recalculado quando a separação termina.
Por isso, o iFood orienta importar o pedido para faturar somente depois do evento READY_FOR_INVOICE, que sinaliza o pedido pronto para a nota, e despachar só depois da separação concluída.
| Etapa | Onde acontece | O que a integração garante |
|---|---|---|
| Pedido feito | iFood | O evento chega e é confirmado depois de gravado |
| Confirmação | ERP, PDV ou App Separador | Resposta dentro dos 8 minutos |
| Separação | Loja | Trocas e pesos registrados antes de faturar |
| Pronto para a nota | iFood → ERP | Pedido importado só depois do evento READY_FOR_INVOICE |
| Faturamento | ERP | Nota emitida com a operação fiscal do canal |
| Despacho | Loja → iFood | Despacho informado depois da separação concluída |
| Cancelamento | iFood ou loja | Motivo válido e confirmação pelo evento de cancelamento |
Mudanças também chegam por evento. Quando o cliente altera o pedido, o evento ORDER_PATCHED avisa que o faturamento precisa ser atualizado. Quando a loja cancela, ela informa um motivo válido, e o cancelamento só vale quando chega o evento que o confirma.
A API guarda os eventos por até 8 horas depois da entrega e, nas palavras do iFood, não é um backup de dados: o sistema precisa gravar tudo o que recebe.
Se o sistema da loja parar no meio do pico, quem percebe primeiro: a sua equipe ou o cliente que teve o pedido cancelado? Sem confirmação em 8 minutos, o iFood cancela o pedido. Fale com a Plugar.me e conheça uma integração com log, fila e reprocessamento.
Como o estoque e o preço do ERP chegam ao iFood?
No iFood Mercado e no iFood Shop, preço e estoque viajam no próprio cadastro do produto. O caminho recomendado pelo iFood é a carga delta: enviar só os itens que mudaram, no máximo a cada 30 minutos e, de preferência, a cada 20 minutos ou menos. No restaurante, o cardápio segue outro módulo, com o código do PDV ligando cada item ao sistema da loja.
| Regra do iFood | O que significa para o ERP |
|---|---|
| Até 25% do catálogo a cada 30 minutos | Num catálogo de 10.000 itens, até 2.500 itens por janela; acima disso, a API recusa o envio |
| Uma carga completa por dia | A carga completa desativa o que não estiver no envio, então não serve como rotina |
| Estoque zerado | O item precisa ir como inativo ou com estoque 0 |
| Item parado por 15 dias | Item inativo ou com preço zerado e sem atualização há 15 dias é removido; o iFood pede atualização ao menos a cada 14 dias |
| Várias lojas | A carga de catálogo não deve passar de 20 lojas por hora |
| Processamento assíncrono | Se o item não aparecer em 5 minutos, é preciso checar os erros do envio |
Além do ritmo, o ERP precisa decidir quanto pode ser vendido. Nem todo saldo deve ir para o app: parte está prometida a outros canais, parte fica numa filial ou num depósito que não atende aquela loja. Publicar o saldo certo, da loja que vai separar o pedido, é o que evita o cancelamento por falta de produto.
Em rede, cada loja do iFood tem CNPJ próprio e aprova o acesso da integração separadamente. O vínculo de várias lojas num único login facilita a gestão no Gestor de Pedidos, mas não junta os CNPJs: para o ERP, cada loja continua com o seu estoque, o seu preço e a sua nota.
Fugir dessas regras tem custo. Segundo o iFood, a integração fora das boas práticas pode receber notificação e bloqueio, ter as atualizações interrompidas por um tempo ou cair numa fila de baixa prioridade, em que preço e estoque demoram a aparecer no app.
O seu ERP reenvia o catálogo inteiro ao iFood toda vez que um preço muda? Esse hábito estoura o limite do canal e atrasa a atualização de estoque que evita cancelamento. Converse com a Plugar.me e desenhe uma sincronização no ritmo do iFood.
Quem emite a nota fiscal do pedido do iFood?
Quem emite a nota fiscal do pedido é a loja, no próprio ERP. Segundo o iFood, ele atua apenas como intermediador, e a venda da mercadoria ao consumidor final é feita diretamente pela loja parceira.
O iFood emite notas só dos próprios serviços, como a de intermediação e a de licenciamento de software: são até quatro por mês, disponíveis até o 13º dia do mês seguinte.
No delivery para consumidor final, o tipo usado é a NFC-e; a NF-e entra quando o comprador é uma empresa que exige nota com o próprio CNPJ, segundo o blog de parceiros do iFood. Como a NFC-e é adotada a critério de cada estado, que pode admitir a NF-e no lugar dela, a regra da sua loja precisa ser confirmada com o contador.
| Ponto da nota | Como fica no pedido do iFood |
|---|---|
| Intermediador da transação | CNPJ do iFood: 14.380.200/0001-21 |
| Instituição de pagamento | No pagamento online, também o CNPJ do iFood |
| Taxas do iFood | Taxa de serviço e de intermediação são receita do iFood e não entram na nota |
| Taxa de entrega | Com entrega da loja, consta na nota; com entrega do iFood, não consta, segundo o iFood |
| Cupom de desconto | Bancado pelo iFood, por parceiro externo ou pela rede: tratado como pagamento; bancado pela loja: tratado como desconto |
| Campos longos | Complemento de endereço com mais de 60 caracteres precisa ser cortado antes de emitir |
O valor do item também pede cuidado. No pedido, o item chega com o preço cheio e os descontos vêm separados, no bloco de benefícios. Antes de faturar, o ERP precisa reconstituir o valor e tratar cada benefício conforme quem paga por ele.
O CPF ou o CNPJ do comprador só vem no pedido quando o cliente pede o documento na nota, e telefone e e-mail costumam vir vazios por causa da LGPD. Já o Ajuste SINIEF 19/16, que regula a NFC-e, lista os casos em que o destinatário precisa ser identificado, entre eles as vendas não presenciais, com o endereço.
Vale alinhar com o contador como a loja trata esse dado. As orientações de nota fiscal do iFood para parceiros detalham o que cabe a cada lado.
A nota do pedido do iFood sai hoje com o CNPJ do intermediador, sem as taxas do app e com cada cupom tratado do jeito certo? Cada campo errado vira retrabalho no fiscal e na conciliação. Fale com a Plugar.me e leve o pedido para o ERP pronto para faturar.
Que problemas a integração do iFood com o ERP resolve?
A integração resolve o descompasso entre o ritmo do delivery e a rotina do ERP. Sem ela, a equipe trabalha em dois sistemas ao mesmo tempo, e o erro aparece onde o cliente vê: produto anunciado que não existe, pedido atrasado ou cancelado.
| Sem integração | Com o ERP integrado ao iFood |
|---|---|
| Pedido lido no painel e digitado no ERP | Pedido entra no ERP com loja, itens e pagamento |
| Saldo do balcão e do app desencontrados | Saldo publicado sai do ERP, loja por loja |
| Preço alterado no ERP e esquecido no app | Preço do canal sai da tabela do ERP |
| Nota lançada às pressas, com o preço cheio do item | Nota emitida no ERP, com benefícios e taxas tratados |
| Pedido perdido quando o sistema cai | Log de cada etapa, com fila e reprocessamento |
Mesmo integrada, a operação precisa de um plano B. Se a loja parar de receber pedidos no sistema, o iFood orienta voltar ao Gestor de Pedidos por um tempo e acionar a integradora. Uma integração monitorada ajuda a encurtar esse intervalo, porque mostra onde o pedido parou e permite reprocessar enquanto o iFood ainda guarda os eventos.
Na última semana, quantos pedidos do iFood foram cancelados por falta de um produto que o app mostrava como disponível? Cada cancelamento pesa na experiência do cliente e na rotina da loja. Converse com a Plugar.me e coloque o saldo real do ERP no app.
Preciso desenvolver a integração do iFood do zero?
Não necessariamente. Se o seu ERP ou PDV já tem integração homologada e ela cobre produtos e pedidos, a loja só autoriza o acesso. Se cobre só parte do fluxo, ou se o ERP tem regras próprias de estoque, preço e fiscal, a escolha fica entre desenvolver, contratar uma consultoria ou usar um hub ERP-first.
| Caminho | Quem constrói | Quem mantém | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| Desenvolver na API do iFood | Sua equipe | Sua equipe, a cada mudança da API | Homologação, eventos, limites e regras fiscais ficam com você |
| Consultoria sob medida | A consultoria | Depende do contrato | Cada ajuste vira um novo escopo |
| Hub ERP-first | O fornecedor do hub | O fornecedor, com o ERP como fonte da verdade | Exige mapeamento do ERP no início |
O maior custo de desenvolver sozinho aparece depois do go-live. As regras do canal mudam, como mostrou a migração do portal do iFood Mercado para a Merchant API, e cada mudança volta para a fila da sua equipe. No hub ERP-first da Plugar.me, a integração parte do ERP e segue as regras dele em cada canal.
A sua empresa quer integrar o iFood sem montar um time só para cuidar de API, homologação e exceções? Esse trabalho não acaba no go-live. Converse com a Plugar.me e veja como funciona um hub que mantém o ERP no comando.
Como integrar o iFood com o seu ERP?
Cada ERP tem um ponto sensível na integração com o iFood Mercado: a filial que atende, a operação fiscal, a loja que fatura, o peso variável. Os guias abaixo mostram o fluxo de cada sistema.
- TOTVS WinThor: a integração do WinThor com o iFood Mercado mostra como o distribuidor publica o saldo da filial certa e separa a venda ao consumidor final da venda no atacado.
- TOTVS Protheus: a integração do Protheus com o iFood Mercado trata da TES da venda ao consumidor final e da filial que fatura cada pedido.
- SAP Business One: a integração do SAP Business One com o iFood Mercado detalha como reconstituir o valor do pedido a partir dos benefícios antes de emitir a nota.
- Linx Microvix: a integração do Microvix com o iFood Mercado explica de qual loja da rede sai o saldo publicado e qual unidade fatura a venda.
- TOTVS Consinco: a integração do Consinco com o iFood Mercado cobre o giro alto, o peso variável e a ruptura frequente do varejo alimentar.
- Hiper: a integração do Hiper com o iFood Mercado mostra como o minimercado vende no app com o mesmo estoque do balcão.
Se a operação também vende no 99Food, a lógica é a mesma: catálogo, preço e estoque saem do ERP, e o pedido entra nele com a operação certa, como mostram a integração do 99Food com o Consinco e a integração do 99Food com o WinThor.
Usa outro sistema de gestão? Veja os ERPs que a Plugar.me integra.
O seu ERP não aparece na lista ou a sua operação usa mais de um sistema? Cada combinação tem um ponto sensível diferente, e ignorá-lo trava o pedido no faturamento. Fale com a Plugar.me e veja como o seu fluxo ficaria no iFood Mercado.
Como a Plugar.me pode ajudar nessa integração?
A Plugar.me conecta o seu ERP ao iFood Mercado com o sistema de gestão como fonte da verdade: produto, estoque, preço e pedido seguem as regras do ERP, e a nota nasce nele. A integração usa as interfaces oficiais de cada lado, roda em nuvem e segue as práticas de segurança e proteção de dados da empresa.
- Diagnóstico: códigos de barras, lojas, CNPJs, tabelas de preço e regras fiscais do seu ERP.
- Mapeamento: saldo que cada loja publica, operação fiscal do canal, benefícios, taxas e itens de peso variável.
- Go-live assistido: acompanhamento dos primeiros pedidos, da separação à nota, e dos casos de exceção.
- Monitoramento: painel de logs, fila e reprocessamento de falhas.
A sua loja quer vender no iFood Mercado sem colocar gente só para digitar pedido e conferir estoque? Conte com a Plugar.me do primeiro diagnóstico ao acompanhamento do dia a dia.
Conclusão
Integrar o iFood com o ERP começa por entender o canal: restaurante, iFood Mercado e iFood Shop têm cadastros, pedidos e regras diferentes. Para quem já opera com um ERP robusto, a melhor integração é a que acompanha o ritmo do iFood sem tirar o sistema de gestão do comando.
Com o ERP como fonte da verdade, o código de barras liga cada produto ao catálogo, o saldo publicado é o da loja certa, o pedido é confirmado no prazo e a nota sai do ERP com o intermediador, as taxas e os benefícios tratados, em linha com as regras do Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica.
Fale agora com a Plugar.me e descubra como integrar o iFood Mercado ao seu ERP com o sistema de gestão no comando. Conte qual ERP você usa, quantas lojas vendem no app e como a nota é emitida hoje, e a nossa equipe monta o desenho da integração para a sua operação.
Integra com o iFood o sistema que tem um aplicativo homologado na API oficial, seja o PDV, o ERP ou um hub de integração. A loja confere as opções no menu Integrações do Portal do Parceiro e, no iFood Mercado, também na lista pública de parceiros homologados.
Se o PDV já é homologado, a loja aprova o acesso do aplicativo no Portal do Parceiro ou o ativa por código, no menu Integrações. Se não é, o fornecedor do PDV pode se homologar no portal de desenvolvedores do iFood, sem custo de API.
Não. Segundo o iFood, as APIs são gratuitas para quem tem CNPJ válido, CNAE ligado a tecnologia e aplicativo completo para homologação. Custos operacionais, como frete, são cobrados à parte.
Não. O iFood atua como intermediador, e a nota da venda ao consumidor é emitida pela loja. O iFood emite notas apenas dos próprios serviços, como a de intermediação.
Cada loja precisa de CNPJ próprio, e o vínculo das lojas num único login é pedido por chamado no Portal do Parceiro. Na integração, cada loja aprova o acesso do aplicativo e mantém estoque, preço e nota próprios no ERP.
O iFood orienta retomar o Gestor de Pedidos por um tempo e acionar a integradora até o problema ser resolvido. Se a integração usa polling, a loja perde o status online quando a consulta a cada 30 segundos é interrompida.
Não. O ERP pode continuar como fonte da verdade, com uma integração que leva catálogo, preço e estoque ao iFood Mercado e traz os pedidos para faturar no próprio sistema.

Luan Carvalho é fundador e CTO da Plugar.me, empresa especializada em integração de ERP com marketplaces e plataformas de e-commerce. Atua no desenvolvimento de soluções para automação de pedidos, estoque, preços, faturamento e documentos fiscais, ajudando empresas a escalarem suas operações com estabilidade, segurança e alto desempenho. Ao longo de sua trajetória, participa da implementação de integrações entre ERPs como SAP Business One, Protheus, WinThor, Consinco e Sankhya, conectando-os aos principais marketplaces e plataformas do mercado.
